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UMA ALTERNATIVA À PÉSSIMA EDUCAÇÃO PÚBLICA BRASILEIRA


Matricular o seu filho numa escola estatal quase nunca é uma opção. Tirando as ilhas de excelência mantidas com mais dinheiro do que o comum, como institutos federais e colégios de aplicação, é difícil ver pais ansiosos por ter seu filho em uma escola pública.

Elas são ruins. Todos nós sabemos disso. Uma pesquisa do Instituto Data Popular revelou que o brasileiro dá nota 4,6 ao sistema educacional brasileiro. Um número que levaria a reprovação em boa parte das escolas.


Apesar de continuarmos odiando a qualidade das escolas públicas, elas custam cada vez mais caro. Entre 1995 e 2013, o investimento no setor passou de 4 para 6% do nosso PIB. Isso nos trouxe alguma melhora? Não! Continuamos na lanterna dos testes internacionais como o PISA.


Todo o dinheiro gasto parece não chegar ao aluno. Até hoje a minoria das escolas públicas conta com biblioteca, laboratório, quadra, parque infantil e são capazes de atender portadores de necessidades especiais.


A relação é inversa no setor privado. Você matricularia seu filho em uma escola privada que não tem infraestrutura básica como biblioteca e quadra de esportes? Exceto ela tivesse um método de ensino revolucionário, provavelmente não. E aí é que está a magia do negócio.


Professores, diretores e funcionários de escolas privadas sabem que seu dinheiro não cai do céu. Pais de alunos insatisfeitos com o rendimento dos seus filhos podem simplesmente transferi-los para outro estabelecimento, levando consigo seu dinheiro. A mágica da concorrência, então, ocorre e escolas privadas costumam gerir mais eficientemente seus recursos que as estatais.


Vendo este cenário, vários governos do mundo resolveram fazer um experimento: em vez de gastar dinheiro gerindo eles mesmos as escolas, que tal entregar esse dinheiro em forma de um “vale educação” (chamado sistema de vouchers) diretamente aos pais dos alunos mais pobres? No Chile, há mais de 3 décadas existem programas deste tipo tanto na educação básica quanto na superior. O resultado é que apesar de gastar proporcionalmente o mesmo que o Brasil em educação, o Chile tem pontuações bem melhores no PISA do que o Brasil.


O acesso à educação é algo extremamente importante para um país se desenvolver. Proporcionar que os pouco favorecidos economicamente tenham um bom estudo é essencial para que possam concorrer em condições parecidas com os demais. Mas o Estado não tem capacidade de gerenciar de forma satisfatória as escolas. A solução é via o sistema de vouchers.


O resultado é infinitamente superior e os custos são muito menores. As crianças e adolescentes são melhores educados e seus pais pagam menos por isso via impostos. Por que motivo alguém ainda é a favor de que as escolas sejam gerenciadas pelo governo quando a solução dos vouchers mantém o acesso à educação e diminui os custos disso?

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Deputado Estadual pelo Partido NOVO Giuseppe Riesgo

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