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O QUE ESTÃO ENSINANDO PARA SEUS FILHOS NAS ESCOLAS?


Que respostas você espera ouvir se entrar na sala do professor-padrão de História no Brasil e fizer as 5 perguntas abaixo:

  1. O valor de um produto é definido pela quantidade de trabalho empregado nele?

  2. Fascistas têm posições econômicas e políticas mais próximas de quem defende um estado mínimo ou do socialismo?

  3. O livre comércio e a globalização beneficiaram sobretudo os mais pobres do planeta?

  4. A maior parte dos universitários pobres estão nas universidades privadas ou nas estatais?

  5. Historicamente, os Direitos Humanos são mais respeitados em países socialistas ou capitalistas?

Todas essas perguntas têm respostas consensuais entre seus especialistas.


Economistas concordam que o valor de um produto é subjetivo. Varia de pessoa para pessoa. Acreditar que o valor de um produto está ligado exclusivamente a quantidade de trabalho empregada não é aceito em nenhum departamento de economia prestigiado. Ainda assim, o professor padrão brasileiro acredita no contrário.


O mesmo vale para o livre comércio e a globalização. A defesa do fim das barreiras comerciais é quase um consenso entre os economistas. Esquerdistas como Paul Krugman e liberais como Milton Friedman compartilham a mesma opinião neste assunto e no fato de que a expansão do livre comércio ajudaria os mais pobres. Entretanto, em nossos livros didáticos a globalização é um mal para os países de terceiro-mundo.


O mesmo é dito das universidades privadas. As tratam como excludentes, quando, de acordo com o último censo do ensino superior, elas formam mais alunos pobres do que as universidades estatais.

Mesmo na área de expertise do professor comum brasileiro de história, ele provavelmente estará longe das discussões e conclusões atuais.


Historicamente, os direitos humanos apenas são respeitados em países capitalistas. Quem defende fuzilamento e campos de concentração para seus opositores não tem nenhum apreço por coisas como Império da Lei, Igualdade de Autoridade, devido processo legal, Direito ao contraditório e tudo mais. Não é à toa que os fascistas que defendiam o controle estatal sobre tudo normalmente têm as mesmas posições que os mais ardorosos socialistas.


É inegável que a educação fornecida no Brasil tem um viés à esquerda. Fatos importantes da história são rotineiramente apagados ou diminuídos por se contraporem à narrativa apresentada usualmente. O Plano Real costumeiramente tem apenas o rodapé reservado para falar da nossa maior conquista desde a redemocratização. Uma que foi capaz de retirar mais pessoas da pobreza em um curto período de tempo do que todos os programas sociais já feitos no país (aposto que você não sabia disso).


A triste verdade é que ano após ano aprendemos verdadeiros mitos na escola. E “ai” daqueles que ousam contestá-los em sala de aula. Em disciplinas como História, essa prática é mais comum e perigosa. Um povo que não sabe do seu passado está condenado a repeti-lo, como nós já cansamos de fazer no Brasil.

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Deputado Estadual pelo Partido NOVO Giuseppe Riesgo

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