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ESSA É A SOLUÇÃO PARA A EDUCAÇÃO NO BRASIL!


O que você faria com R$ 74 mil por ano para gastar na educação do seu filho? São mais de R$ 6 mil/mês! É mais do que suficiente para matricular qualquer brasileiro em um bom intercâmbio nos Estados Unidos, mas é apenas o custo médio de um aluno nos Institutos Federais espalhados por nosso país, de acordo com um relatório do Banco Mundial.


Caro? Com certeza! Gastar muito e ter pouco retorno parece ser a máxima da educação brasileira. Quase 20% de tudo que é gasto pelo o Estado brasileiro leva essa marca, um número que vem aumentando enquanto nossos resultados na área continuam sofríveis. É como se o Ministério da Educação fosse um buraco negro em que entra muito dinheiro de um lado e nada de resultado sai do outro.


Para cada professor em sala de aula, temos um funcionário fora dela. É a maior proporção do mundo. Nenhum país do planeta faz isso, exceto o Brasil.


Para piorar, pais e crianças têm pouca voz nos rumos da escola. Não importa o quão terrível sejam os resultados, ninguém perde o emprego. Professores são desestimulados com salários baixíssimos e, no caso do Rio Grande do Sul, que às vezes nem são pagos em dia.


Você já imagina isso em uma escola privada? Se o seu filho entrasse na sala de aula e a direção anunciasse que o professor não viria, o conteúdo não seria ministrado e era isso mesmo, em quanto tempo você o desmatricularia da escola? Qual escola particular conseguiria sobreviver desse jeito?


Os professores e funcionários da escola privada sabem que seu salário no fim do mês depende do bom desempenho dos alunos. Na escola pública, ocorre o oposto. Diversas vezes, quanto pior os alunos tiverem indo, mais dinheiro a instituição receberá para que eles possam “investir” no futuro da sociedade.

Foi pensando nesse ciclo, que o Nobel em Economia Milton Friedman teve uma ideia genial: e se, em vez de gastarmos o dinheiro nessas instituições falidas, o entregarmos diretamente aos pais? Era o embrião do chamado “voucher educacional”.


A ideia é registrar os atuais alunos que estão no ensino estatal e entregar o dinheiro que seria gasto a título da sua educação aos seus pais. Eles, por sua vez, escolheriam em qual escola gastarão estes recursos. Em vez de dinheiro garantido, dinheiro atrelado a resultados.


No estado americano do Maine, desde 1973 a população local convive com um sistema de vouchers. Hoje, ele é descrito como o melhor atrativo para se morar no pequeno estado e vem sendo renovado continuamente pelos eleitores. E, por incrível que pareça, ele melhorou até as escolas públicas das cidades que não adotaram o sistema. Com medo de ver sua população ir embora, elas resolveram se tornar melhores e assim conseguir mais dinheiro dos impostos.


Na América Latina, um país inteiro adotou o sistema de vouchers. No Chile, as escolas públicas só recebem sua verba se os alunos optarem por se matricular lá. Como resultado,a diferença educacional dos alunos, que estavam entre os 40% mais pobres e o resto da população, diminuiu em ⅓ - e o país tem o melhor rendimento do continente no PISA.


Curiosamente, nem o PT nega isso. O ProUni é um programa de vouchers aplicado ao ensino superior. O Estado isenta de impostos universidades que abrem uma quantidade equivalente de vagas em seus bancos. O programa foi bem-sucedido justamente por estimular a concorrência e hoje há muito mais pessoas no ensino superior privado que no estatal.


Infelizmente, os lobbies dos sindicatos impedem que essa verdadeira revolução seja implementada no nosso sistema educacional. Preferem o modelo em que há a mesma quantidade de professores e funcionários fora da sala, um claro exemplo de ineficiência.


Eu acredito que educação é um tema muito importante para ser tratado desse jeito. O futuro do Brasil merece respeito e inovação. Nós precisamos mudar o que está ocorrendo agora!

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Deputado Estadual pelo Partido NOVO Giuseppe Riesgo

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